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segunda-feira, 11 de junho de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena
O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena
29/11/2011
Por Antonio Cardoso
A escola Mirtes Holanda do Vale realizou no dia 23 de novembro culminância do projeto Ubuntu Brasil – O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena. Os trabalhos que começaram em maio tinham como objetivos gerar discussões sobre a diversidade étnica no Brasil, com ênfase na contribuição do povo e da cultura africana e principalmente orientar os educandos para que não reproduzam atos preconceituosos com relação à etnia ou cor de pele. “O projeto, que é parte integrante do Projeto Africanidade, contribui para a formação moral e cultural dos alunos, atendendo aos anseios da sociedade”, destaca a diretora da escola Doris Sampaio.
A fim de contribuir para uma maior visibilidade para com a etnia negra foram utilizados cartazes, vídeos, jogral, dança e apresentações teatrais, envolvendo equipes multidisciplinares formadas na escola, onde cada educador dentro de sua
área específica desenvolveu junto às turmas trabalhos voltados aos seus respectivos temas.
O estudante Victor Hugo, 13, explica ao seu modo de ver a importância do projeto e do estudo da formação cultural. “O intuito era mostrar para os demais estudantes que ao tomar conhecimento da construção da cultura brasileira percebe-se que o negro está presente, dando sua contribuição, portanto o preconceito não tem razão de existir”, esclarece.
Partindo do mesmo princípio, a aluna Patrícia Kele, 13, afirma inclusive ter passado por situações desagradáveis no convívio com colegas. “Por sermos negros muitas vezes somos discriminados até mesmo entre os amigos, eu já fui. Mas o trabalho serve para mudar algumas atitudes de desrespeito. Já sinto grande diferença
no comportamento dessas pessoas”, diz Patrícia.
Para fechar matéria, sábias palavras de Nelson Rolihlahla Mandela, ou simplesmente Nelson Mandela, líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999, principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia. Ele afirmava que “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”.
A escola Mirtes Holanda do Vale realizou no dia 23 de novembro culminância do projeto Ubuntu Brasil – O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena. Os trabalhos que começaram em maio tinham como objetivos gerar discussões sobre a diversidade étnica no Brasil, com ênfase na contribuição do povo e da cultura africana e principalmente orientar os educandos para que não reproduzam atos preconceituosos com relação à etnia ou cor de pele. “O projeto, que é parte integrante do Projeto Africanidade, contribui para a formação moral e cultural dos alunos, atendendo aos anseios da sociedade”, destaca a diretora da escola Doris Sampaio.
A fim de contribuir para uma maior visibilidade para com a etnia negra foram utilizados cartazes, vídeos, jogral, dança e apresentações teatrais, envolvendo equipes multidisciplinares formadas na escola, onde cada educador dentro de sua
O estudante Victor Hugo, 13, explica ao seu modo de ver a importância do projeto e do estudo da formação cultural. “O intuito era mostrar para os demais estudantes que ao tomar conhecimento da construção da cultura brasileira percebe-se que o negro está presente, dando sua contribuição, portanto o preconceito não tem razão de existir”, esclarece.
Partindo do mesmo princípio, a aluna Patrícia Kele, 13, afirma inclusive ter passado por situações desagradáveis no convívio com colegas. “Por sermos negros muitas vezes somos discriminados até mesmo entre os amigos, eu já fui. Mas o trabalho serve para mudar algumas atitudes de desrespeito. Já sinto grande diferença
Para fechar matéria, sábias palavras de Nelson Rolihlahla Mandela, ou simplesmente Nelson Mandela, líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999, principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia. Ele afirmava que “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”.
Confira fotos do evento clicando aqui.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Consciência Negra
O Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado em 20 de novembro no Brasil e é dedicado à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira. A semana dentro da qual está esse dia recebe o nome de Semana da Consciência Negra.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos.
A data foi escolhida por coincidir com o dia da morte de Zumbi dos Palmares, em 1695. O Dia da Consciência Negra procura ser uma data para se lembrar a resistência do negro à escravidão de forma geral, desde o primeiro transporte de africanos para o solo brasileiro (1594).
Algumas entidades como o Movimento Negro (o maior do gênero no país) organizam palestras e eventos educativos, visando principalmente crianças negras. Procura-se evitar o desenvolvimento do auto-preconceito, ou seja, da inferiorização perante a sociedade.
Outros temas debatidos pela comunidade negra e que ganham evidência neste dia são: inserção do negro no mercado de trabalho, cotas universitárias, se há discriminação por parte da polícia, identificação de etnias, moda e beleza negra, etc.
O dia é celebrado desde a década de 1960, embora só tenha ampliado seus eventos nos últimos anos.
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Poesia - Consciência Negra
Ser Consciente
C onsciência não se compra
O que precisa é saber conquistar
N ão há paz no mundo
S e não soubermos o valor de amar
C omo construir um mundo melhor?
I luminado pela luz do amor
Ê xito é o que queremos
N este mundo de lutas, de dor.
C onviver com todos na harmonia,
I gualdade, sem preconceitos
A mando uns aos outros, como Deus nos ensinou.
N egro não é defeito, é uma linda cor
E xistem muitas inteligências
G ostos, preferências
R esponsabilidades, amor.
A ntes de tudo somos gente:
gente que ama
gente que luta
gente que sofre
gente que sente: alegria e dor.
NEGA MALUCA - As Meninas (letra e vídeo)
NEGA MALUCA - As Meninas (letra e vídeo)
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Balance os braços, cabeça, perna e pescoço
Nega maluca balança o corpo todo
Balance os braços, cabeça, perna e pescoço
Nega maluca balança o corpo todo
Então balança o corpo todo, não deixe cair nada
Sei que você tá maluca, essa nega tá pirada
Então balança o corpo todo, não deixe cair nada
Sei que você tá maluca, essa nega tá pirada
Mas pra não cair nada você tem que segurar
Segure aqui, segure ali,só não pare de quebrar
Mas pra não cair nada você tem que segurar
Segure aqui, segure ali,só não pare de quebrar
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Essa nega é mucho doida viu...........
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Lá na rua todo mundo quer aprender
A dança é fácil e gostosa de fazer
Mas só não dança quem não quer se balançar
Ritmo novo que a galera vai gostar
Lá na rua todo mundo quer aprender
A dança é fácil e gostosa de fazer
Mas só não dança quem não quer se balançar
Ritmo novo que a galera vai gostar
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Samba lelê tá doente, tá com a cabeça quebrada
Samba lêlê precisava, é de uma boa palmada
Samba samba samba lêlê, quebra quebra quebra o lá lá
Desce desce desce o lê lê, sobe sobe sobe o lá lá
Samba samba samba lêlê, quebra quebra quebra o lá lá
Desce desce desce o lê lê, sobe sobe sobe o lá lá
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega Maluca
As Meninas
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Eu quero ver você mexer eu quero ver você sambar
Segure aqui segure ali, só não pára de quebrar
Balance os braços, cabeça, perna e pescoço
Nega maluca balança o corpo todo
Balance os braços, cabeça, perna e pescoço
Nega maluca balança o corpo todo
Então balança o corpo todo, não deixe cair nada
Sei que você tá maluca, essa nega tá pirada
Então balança o corpo todo, não deixe cair nada
Sei que você tá maluca, essa nega tá pirada
Mas pra não cair nada você tem que segurar
Segure aqui, segure ali,só não pare de quebrar
Mas pra não cair nada você tem que segurar
Segure aqui, segure ali,só não pare de quebrar
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Essa nega é mucho doida viu...........
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Lá na rua todo mundo quer aprender
A dança é fácil e gostosa de fazer
Mas só não dança quem não quer se balançar
Ritmo novo que a galera vai gostar
Lá na rua todo mundo quer aprender
A dança é fácil e gostosa de fazer
Mas só não dança quem não quer se balançar
Ritmo novo que a galera vai gostar
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Cacá, cadeirudo, joga a mão pra cima bate palma e dá um pulo
Cacá, mão na cinturinha, agora todo mundo vai dar uma rodadinha
Samba lelê tá doente, tá com a cabeça quebrada
Samba lêlê precisava, é de uma boa palmada
Samba samba samba lêlê, quebra quebra quebra o lá lá
Desce desce desce o lê lê, sobe sobe sobe o lá lá
Samba samba samba lêlê, quebra quebra quebra o lá lá
Desce desce desce o lê lê, sobe sobe sobe o lá lá
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
Nega maluca, nega maluca, doida doida doidaaaaa
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Pacatuba comemora o Dia da Consciência Negra em 21 de novembro
Pacatuba comemora o Dia da Consciência Negra em 21 de novembro

Por Lucílio Lessa
Pacatuba comemora na segunda-feira, 21, o Dia da Consciência Negra, que oficialmente é comemorado no Brasil em 20 de novembro. Na programação haverá exposição, visita ao museu, apresentação de filme, palestra e Maracatu. CLIQUE AQUI. O município, inclusive, foi a segunda comarca a libertar os escravos, em 2 de fevereiro de 1883, um mês depois do município de Redenção (então Acarape), 1º de janeiro de 1883.
Nenhum dos países é tão representativo da mistura de culturas como o Brasil. No entanto, são evidentes os conflitos de interpretação das formas que organizaram a nossa sociedade. Em Pacatuba, há uma preocupação do ensino local em participar aos alunos as lendas, os heróis e as manifestações típicas da cultura negra, que tanta herança deixou para a civilização atual.
Mesmo antes do ano de 1500, diversas regiões africanas eram reconhecidas como centros importantes de produção têxtil, por exemplo. Os fios têxteis, compostos de fibras vegetais e animais, eram destaque em várias regiões da África. Além dessa técnica, o continente era referência na produção de tinta e de fixadores de cores. A Nigéria, por exemplo, era polo de produção de índigo. No Nordeste, ainda hoje se utiliza a tradição da confecção de redes de dormir com a forma de tear vinda da África.
Muitos conhecimentos de construção no país também são provenientes do continente africano. Construções de galerias, minas e até obras públicas, feitas pelos negros no Brasil na época da colônia, eram motivo de visitas de engenheiros europeus, interessados em aprender as técnicas. Grande parte do que foi realizado pelos africanos e afrodescendentes é conhecida como obra de autores anônimos. Basta lembrar das nossas igrejas barrocas e seus interiores ornamentados.
Pacatuba comemora o Dia da Consciência Negra em 21 de novembro
17/11/2011Pacatuba comemora na segunda-feira, 21, o Dia da Consciência Negra, que oficialmente é comemorado no Brasil em 20 de novembro. Na programação haverá exposição, visita ao museu, apresentação de filme, palestra e Maracatu. CLIQUE AQUI. O município, inclusive, foi a segunda comarca a libertar os escravos, em 2 de fevereiro de 1883, um mês depois do município de Redenção (então Acarape), 1º de janeiro de 1883.
Nenhum dos países é tão representativo da mistura de culturas como o Brasil. No entanto, são evidentes os conflitos de interpretação das formas que organizaram a nossa sociedade. Em Pacatuba, há uma preocupação do ensino local em participar aos alunos as lendas, os heróis e as manifestações típicas da cultura negra, que tanta herança deixou para a civilização atual.
Mesmo antes do ano de 1500, diversas regiões africanas eram reconhecidas como centros importantes de produção têxtil, por exemplo. Os fios têxteis, compostos de fibras vegetais e animais, eram destaque em várias regiões da África. Além dessa técnica, o continente era referência na produção de tinta e de fixadores de cores. A Nigéria, por exemplo, era polo de produção de índigo. No Nordeste, ainda hoje se utiliza a tradição da confecção de redes de dormir com a forma de tear vinda da África.
Muitos conhecimentos de construção no país também são provenientes do continente africano. Construções de galerias, minas e até obras públicas, feitas pelos negros no Brasil na época da colônia, eram motivo de visitas de engenheiros europeus, interessados em aprender as técnicas. Grande parte do que foi realizado pelos africanos e afrodescendentes é conhecida como obra de autores anônimos. Basta lembrar das nossas igrejas barrocas e seus interiores ornamentados.
Fortaleza celebra o dia da Consciência Negra « « Jangadeiro Online Jangadeiro Online
Fortaleza celebra o dia da Consciência Negra « « Jangadeiro Online Jangadeiro Online
Fortaleza realiza atividades em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado neste domingo (20). Com o tema “Igualdade racial é pra valer!”, o primeiro evento aconteceu neste sábado (19), com show da sambista Mariene de Castro, na Praça do Ferreira.
No próximo sábado (26) acontece o Seminário de Capoeira, Cultura e Ancestralidade Negra em Fortaleza, de 10h às 16h, no Cuca Che Guevara (Av. Presidente Castelo Branco, 6417 – Barra do Ceará).
Já no dia 29, serão realizadas duas atividades no Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos – Imparh (Av. João Pessoa, 5906 – Damas). O III Padê Griô das Mulheres Negras de Fortaleza, com o tema “ Crenças e Doenças na Vida das Mulheres Negras”, às 15h30; e, a partir de 19h, é a vez do Projeto Terça Negra, com apresentações culturais em homenagem ao Dia Nacional do Samba, comemorado em 2 de dezembro.
Leia mais:
Dilma diz que “pobreza no Brasil tem face negra e feminina”
Com informações da prefeitura de Fortaleza
Fortaleza realiza atividades em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado neste domingo (20). Com o tema “Igualdade racial é pra valer!”, o primeiro evento aconteceu neste sábado (19), com show da sambista Mariene de Castro, na Praça do Ferreira.
No próximo sábado (26) acontece o Seminário de Capoeira, Cultura e Ancestralidade Negra em Fortaleza, de 10h às 16h, no Cuca Che Guevara (Av. Presidente Castelo Branco, 6417 – Barra do Ceará).
Já no dia 29, serão realizadas duas atividades no Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos – Imparh (Av. João Pessoa, 5906 – Damas). O III Padê Griô das Mulheres Negras de Fortaleza, com o tema “ Crenças e Doenças na Vida das Mulheres Negras”, às 15h30; e, a partir de 19h, é a vez do Projeto Terça Negra, com apresentações culturais em homenagem ao Dia Nacional do Samba, comemorado em 2 de dezembro.
Leia mais:
Dilma diz que “pobreza no Brasil tem face negra e feminina”
Com informações da prefeitura de Fortaleza









