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quinta-feira, 19 de abril de 2012

Escolas usam tecnologia para fugir do estereótipo sobre cultura indígena Professores usam YouTube e DVDs para mostrar a realidade dos índios. Tribo de Pernambuco faz vivência em escolas paulistas todos os anos.


Ana Carolina Moreno Do G1, em São Paulo
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Frente a frente com o índio Klekeiniho, a pequena Maria, de 6 anos, estica o braço e toca o cocar de penas do já antigo amigo, em uma atividade que se repete desde 2010 e virou tradição no Colégio Sidarta, em Cotia, na Grande São Paulo: uma vivência entre membros do grupo indígena Fowá Fulni-ô, que vive em uma reserva na cidade de Águas Belas, no interior de Pernambuco, e crianças de todas as idades que estudam no colégio. A experiência foi a forma que os Fulni-ô encontraram para derrubar os mitos que a sociedade brasileira mantém sobre seus índios, e a tecnologia os ajuda a se aproximarem do homem branco.
Klekeiniho, da tribo Fowá Fulni-ô, de Pernambuco interage com Maria, aluna do Colégio Sidarta, em São Paulo (Foto: Divulgação)O índio Klekeiniho interage com Maria, aluna do Colégio Sidarta, em março em São Paulo (Foto: Divulgação)

Segundo Carmen Maria Hester, coordenadora da área de línguas do Sidarta, os Fulni-ô mantêm contato telefônico regular com o seu e outros colégios paulistas, e viajam uma vez por ano a São Paulo para participar de atividades com os estudantes que eles mesmos planejam, com o auxílio das escolas. Os indígenas aproveitam o mês de abril, quando se comemora o Dia do Índio, para conseguir que as escolas abram suas portas para a experiência que tenta desfazer, segundo Carmen, a "visão totalmente estereotipada que o brasileiro do século 21 tem do indígena brasileiro".
A experiência deu tão certo que, neste ano, o colégio decidiu antecipar a atividade para março porque o grupo não estaria em São Paulo em abril. E produziu um vídeo com vivências anteriores para registrar o aprendizado intercultural.
Índios Fulni-ô pintam rosto de aluna (Foto: Divulgação)Índios pintam rosto de aluna (Foto: Divulgação)
Carmen afirmou ao G1 que os índios envolvem as crianças em atividades como a pintura de rostos para os alunos da pré-escola, a contação de histórias em volta de uma fogueira para os estudantes do fundamental e até um inusitado resgate dos ensinamentos de matemática da tribo, que os próprios índios precisaram perguntar aos mais velhos do grupo antes de compartilhar com os alunos adolescentes e o professor de matemática.
"Nem todos os índios estão ainda vestidos da maneira ilustrada nos livros e filmes, tem já uma comunidade indígena já bem fortalecida. Tem os que são advogados, engenheiros, tem de tudo. Eles têm celular, usam laptop, são antenados, mas a missão deles é trazer a cultura indígena pro homem branco, é nessas palavras que eles colocam", afirmou Carmen.
Além da presença de indígenas na escola, os professores buscam aproveitar as facilidades do mundo atual para mostrar a presença da cultura indígena na realidade dos estudantes. Com CDs de músicas gravadas nas aldeias ou em estúdio, vídeos publicados no YouTube e até a própria iniciativa de índios como o filósofo e doutor em educação Daniel Munduruku, autor premiado pela Unesco que escreve livros para crianças e adolescentes sobre o cotidiano e as lendas dos indígenas brasileiros.
'Querem ficar iguais'
As novidades são aproveitadas para todas as idades em atividades que vão muito além de pintar o rosto e prender uma pena no cabelo. Andrea de Paula Notari, professora do maternal II do Colégio São Luís, usou a internet para mostrar a seus alunos, de 3 e 4 anos, imagens de crianças da idade deles que vivem em aldeias.
"Isso amplia bem a visão do que é o índio, a gente não trabalha o índio como um personagem, e sim como uma pessoa que faz parte da nossa realidade, tem parte do índio na gente", explicou ela, que deixou que os alunos escolhessem que pinturas faciais copiar das fotos e trabalhou a formação das cores a partir dos elementos encontrados na natureza. "Eles gostam, deixam pintar porque estão vendo uma criança pintada e querem ficar iguais a ela."
A gente não trabalha o índio como um personagem, e sim como uma pessoa que faz parte da nossa realidade, tem parte do índio na gente"
Andrea de Paula Notari,
professora
Além das fotos, os alunos do São Luís escutaram um CD de músicas gravado com crianças indígenas e puderam interagir com um cenário construído na sala de aula, com ocas, objetos do cotidiano indígena e esculturas de madeira feitas por uma professora a partir de desenhos de alunos do primeiro ano do ensino fundamental. Segundo Adriana, eles ainda aprenderam mais sobre a mandioca, um dos principais alimentos da cultura indígena, e depois fizeram um bolo em uma atividade de culinária.
No Colégio Dante Alighieri, a proposta pedagógica a respeito dos índios foi atualizada neste ano. "Eles sempre saíam com cocar, colar e tudo isso, mas essa não é muito mais uma realidade próxima deles, não é mais esse índio que a gente vê, então nós reformulamos a proposta", disse Angela De Cillo Martins, coordenadora pedagógica da educação infantil e do primeiro ano do fundamental
Suely Lerner, professora e coordenadora de música do Dante, usou a lousa digital para unir índios e alunos em um único concerto. A educadora pesquisou vídeos de apresentações musicais transmitidos através do equipamento e incentivou as crianças da educação infantil a tocarem junto com os instrumentos à disposição. "Eles tocam junto com o vídeo, junto com a música, parece que estão fazendo parte de algo", contou Suely
Ela conta que aproveitou apresentações culturais de tribos no Sesc e uma visita a uma aldeia em Parelheiros, na Zona Sul de São Paulo, para comprar CDs e instrumentos. "Acho que falta para a gente o acesso para ter uma identificação maior, eles estão muito distantes", afirmou ela.
Hino nacional em guarani
Nesta quinta-feira (19), os alunos do 5º ano do fundamental do Colégio Santa Maria, na Zona Sul de São Paulo, vão finalmente apresentar uma canção que estão ensaiando, segundo a professora Márcia Almirall, há cerca de 20 dias: o hino nacional brasileiro, na versão em guarani.
O Colégio Santa Maria organiza, todos os anos, visita ao Parque dos Tupiniquins, em Bertioga (Foto: Divulgação)O Colégio Santa Maria organiza, todos os anos, visita ao Parque dos Tupiniquins, em Bertioga (Foto: Divulgação)
"A gente quer tirar um pouco a imagem que os alunos carregam do índio como um ser à parte da sociedade, que não é cidadão. Levantamos questões para mostrar que ele tem espaço como cidadão brasileiro. Isso não significa que ele abre mão da cultura, ela pode permanecer, mas o índio tem todos os direitos de se inserir na tecnologia atual, viver as mesmas experiências", disse Márcia.
Uma das formas de o índio manter a cultura, segundo ela, é a língua, por isso a escolha de ensinar aos alunos o idioma guarani por meio do hino nacional, também disponível no YouTube. "Como a fonética é muito complicada porque tem palavras sem vogais, não conseguem acompanhar cantando tudo, mas acompanham lendo", disse. Segundo ela, o interesse despertado nos estudantes foi grande. "Eles tinham a impressão que todo mundo no Brasil falava português, agora descobriram que nosso índio brasileiro tem uma formação diferente, e que existem muitas nações
indígenas diferentes."
Quando você faz uma marca no calendário, é como se só naquele dia (no Dia do Índio) a gente pensasse nisso . O erro de cair no estereótipo seria maior"
Sandra Scaravelli, especialista
em educação para a diversidade
Ensinando a diversidade
Embora os colégios admitam que aproveitam as datas comemorativas para tratar de certos temas para aproveitar a exposição que eles ganham anualmente na mídia, a pedagoga Sandra Scaravelli, especializada em educação e diversidade, alerta para as consequências de abordar um assunto apenas em datas marcadas.
"Quando você faz uma marca no calendário, é como se só naquele dia a gente pensasse nisso. O erro de cair no estereótipo seria maior. É perigoso porque o educador é um formador de opinião", explicou ela ao G1.
Segundo Sandra, "o Brasil é diverso e a gente ainda não tem uma clareza de como se faz esse trabalho na sala de aula". O ideal, de acordo com a especialista, é tratar o tema de maneira transversal e evitar reforçar o índio como alguém diferente. "Quando faz marca está na verdade dizendo que a diferença é algo caricato, que não é algo usual."
Datas históricas, segundo Sandra, podem ser abordadas em certos períodos do calendário, mas a diversidade deve ser tratada de maneira transveral durante todo o ano letivo, para que as crianças possam refletir sobre o que está discutindo na sala de aula e, assim, fugir do senso comum.
No Colégio Sidarta, os índios Fulni-ô hoje conseguiram uma relação tão próxima dos estudantes que se sentam para almoçar no refeitório com as crianças e, no recreio, demostraram serem tão bons quanto os adolescentes brancos no futebol. "Começaram até a dizer que Garrincha era Fulni-ô. Eles começam a perceber as semelhanças, a entender que é tudo Brasil", disse Carmen. "É uma experiência transformadora para as crianças, é uma coisa da qual elas não vão esquecer.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulheres em destaque

Mulheres em destaque

Por Raquel Souza

A semana dedicada às mulheres em Pacatuba teve inicio no dia 2 março nas localidades de Pavuna, Monguba, Jereissati e Sede. Na abertura, houve desfile para escolher as finalistas para o concurso Pacatuba Mulher, que irá escolher a mais bela mulher de 40 a 60 anos de idade.

No Jereissati, a disputada foi acirrada. Ao todo, 12 candidatas participaram de um desfile de eliminatória, no qual foram avaliados quesitos como: beleza, simpatia, charme e elegância. A final será dia 10 de março na Praça da Juventude.

A secretária da Mulher, Kátia Bandeira ressaltou durante o evento a valorização da autoestima. “Planejamos esse evento para valorizar essa geração. É muito importante para gente saber que elas se sentem tão bem”, ressaltou. Na ocasião, o controlador executivo Renato Célio Rodrigues parabenizou as mulheres presentes e falou da iniciativa do evento. “Todas essas mulheres estão de parabéns e merecem ser aplaudidas. Garantir a igualdade de oportunidades e de direitos entre homens e mulheres, visando assegurar à população feminina e o pleno exercício da cidadania, é um dos nossos objetivos como executores de projetos e iniciativas como essas”, frisou.

O prefeito de Pacatuba, Zezinho Cavalcante, citou em seu discurso os avanços da mulher. “Apesar de ser considerada ‘sexo frágil’, a mulher tem muita força, além do poder intuitivo e da capacidade de lidar com inúmeras jornadas ao longo da vida, seja no trabalho ou em casa, com a família. Eventos como esse resgatam que além de todas essas responsabilidades, a mulher ainda consegue habilidade suficiente paraparticipar”, destacou.

As eleitas de cada distrito foram agraciadas com um buquê de rosas e uma faixa com denominação de Rainha. Foram escolhidas três mulheres de cada distrito que vão participar de um desfile na Praça da Juventude no sábado, 10, às 18h, de onde sairá a mais bela mulher de meia idade de Pacatuba. Até lá elas participam de programas de TV, um dia de beleza, book fotográfico e muitos outros eventos.



Conheça as finalistas:

Sede

1º Regina Maria Pereira
2º Maria Diana Alves de Souza
3º Maria da Conceição Lima da Silva

Pavuna

1º Maria Eliane da Silva
2º Vera Lúcia Lopes
3 º Francisca Costa de Souza

Monguba

1º Maria Rosimar LO. Monteiro
2º Aldiana Alves Vieira
3º Antonia Cilene Soares

Jereissati

1º Maria Helena Lima Martins
2º Francisca da Silva Neres
3º Maria do Socorro Cavalcante

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena



O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena

29/11/2011

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Por Antonio Cardoso

A escola Mirtes Holanda do Vale realizou no dia 23 de novembro culminância do projeto Ubuntu Brasil – O renascer afro-brasileiro e Cultura Indígena. Os trabalhos que começaram em maio tinham como objetivos gerar discussões sobre a diversidade étnica no Brasil, com ênfase na contribuição do povo e da cultura africana e principalmente orientar os educandos para que não reproduzam atos preconceituosos com relação à etnia ou cor de pele. “O projeto, que é parte integrante do Projeto Africanidade, contribui para a formação moral e cultural dos alunos, atendendo aos anseios da sociedade”, destaca a diretora da escola Doris Sampaio.

A fim de contribuir para uma maior visibilidade para com a etnia negra foram utilizados cartazes, vídeos, jogral, dança e apresentações teatrais, envolvendo equipes multidisciplinares formadas na escola, onde cada educador dentro de sua área específica desenvolveu junto às turmas trabalhos voltados aos seus respectivos temas.

O estudante Victor Hugo, 13, explica ao seu modo de ver a importância do projeto e do estudo da formação cultural. “O intuito era mostrar para os demais estudantes que ao tomar conhecimento da construção da cultura brasileira percebe-se que o negro está presente, dando sua contribuição, portanto o preconceito não tem razão de existir”, esclarece.

Partindo do mesmo princípio, a aluna Patrícia Kele, 13, afirma inclusive ter passado por situações desagradáveis no convívio com colegas. “Por sermos negros muitas vezes somos discriminados até mesmo entre os amigos, eu já fui. Mas o trabalho serve para mudar algumas atitudes de desrespeito. Já sinto grande diferença no comportamento dessas pessoas”, diz Patrícia.

Para fechar matéria, sábias palavras de Nelson Rolihlahla Mandela, ou simplesmente Nelson Mandela, líder rebelde e, posteriormente, presidente da África do Sul de 1994 a 1999, principal representante do movimento anti-apartheid, considerado pelo povo um guerreiro em luta pela liberdade, era tido pelo governo sul-africano como um terrorista e passou quase três décadas na cadeia. Ele afirmava que “ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta”.

Confira fotos do evento clicando aqui.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Pacatuba comemora o Dia da Consciência Negra em 21 de novembro

Pacatuba comemora o Dia da Consciência Negra em 21 de novembro

Pacatuba comemora o Dia da Consciência Negra em 21 de novembro

17/11/2011

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Por Lucílio Lessa

Pacatuba comemora na segunda-feira, 21, o Dia da Consciência Negra, que oficialmente é comemorado no Brasil em 20 de novembro. Na programação haverá exposição, visita ao museu, apresentação de filme, palestra e Maracatu. CLIQUE AQUI. O município, inclusive, foi a segunda comarca a libertar os escravos, em 2 de fevereiro de 1883, um mês depois do município de Redenção (então Acarape), 1º de janeiro de 1883.

Nenhum dos países é tão representativo da mistura de culturas como o Brasil. No entanto, são evidentes os conflitos de interpretação das formas que organizaram a nossa sociedade. Em Pacatuba, há uma preocupação do ensino local em participar aos alunos as lendas, os heróis e as manifestações típicas da cultura negra, que tanta herança deixou para a civilização atual.

Mesmo antes do ano de 1500, diversas regiões africanas eram reconhecidas como centros importantes de produção têxtil, por exemplo. Os fios têxteis, compostos de fibras vegetais e animais, eram destaque em várias regiões da África. Além dessa técnica, o continente era referência na produção de tinta e de fixadores de cores. A Nigéria, por exemplo, era polo de produção de índigo. No Nordeste, ainda hoje se utiliza a tradição da confecção de redes de dormir com a forma de tear vinda da África.

Muitos conhecimentos de construção no país também são provenientes do continente africano. Construções de galerias, minas e até obras públicas, feitas pelos negros no Brasil na época da colônia, eram motivo de visitas de engenheiros europeus, interessados em aprender as técnicas. Grande parte do que foi realizado pelos africanos e afrodescendentes é conhecida como obra de autores anônimos. Basta lembrar das nossas igrejas barrocas e seus interiores ornamentados.

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Fortaleza celebra o dia da Consciência Negra



Fortaleza realiza atividades em alusão ao Dia da Consciência Negra, celebrado neste domingo (20). Com o tema “Igualdade racial é pra valer!”, o primeiro evento aconteceu neste sábado (19), com show da sambista Mariene de Castro, na Praça do Ferreira.
No próximo sábado (26) acontece o Seminário de Capoeira, Cultura e Ancestralidade Negra em Fortaleza, de 10h às 16h, no Cuca Che Guevara (Av. Presidente Castelo Branco, 6417 – Barra do Ceará).
Já no dia 29, serão realizadas duas atividades no Instituto Municipal de Pesquisas, Administração e Recursos Humanos – Imparh (Av. João Pessoa, 5906 – Damas). O III Padê Griô das Mulheres Negras de Fortaleza, com o tema “ Crenças e Doenças na Vida das Mulheres Negras”, às 15h30; e, a partir de 19h, é a vez do Projeto Terça Negra, com apresentações culturais em homenagem ao Dia Nacional do Samba, comemorado em 2 de dezembro.
Leia mais:
Dilma diz que “pobreza no Brasil tem face negra e feminina”

Com informações da prefeitura de Fortaleza

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Esporte e democracia, por Moacyr Scliar

Centro de Educação e Cultura AfroPaz

Proclamação da República

A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do imperador Pedro II. Foi, então, proclamada a República dos Estados Unidos do Brasil.
A proclamação ocorreu na Praça da Aclamação (atual Praça da República), na cidade do Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, quando um grupo de militares do exército brasileiro, liderados pelo marechal Deodoro da Fonseca, destituiu o imperador e assumiu o poder no país.
Foi instituído, naquele mesmo dia 15, um governo provisório republicano. Faziam parte, desse governo, organizado na noite de 15 de novembro de 1889, o marechal Deodoro da Fonseca como presidente da república e chefe do Governo Provisório; o marechal Floriano Peixoto como vice-presidente; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da maçonaria brasileira.

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Proclama%C3%A7%C3%A3o_da_Rep%C3%BAblica_do_Brasil

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Consciência negra o ano todo

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Ingrid e Alexsandro são a Garota e o Garoto Pacatuba 2011

Ingrid e Alexsandro são a Garota e o Garoto Pacatuba 2011

Ingrid e Alexsandro são a Garota e o Garoto Pacatuba 2011

31/10/2011

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Por Lucílio Lessa

A aluna da Escola Mirtes Holanda do Vale, Ingrid Mayara de Souza Matos, de 14 anos, e o aluno da Escola João Paulo Sampaio de Menezes, Alexsandro Nascimento de Brito, de 15 anos, foram eleitos na noite deste domingo, 30, na Praça da Juventude, a Garota e o Garoto Pacatuba 2011, respectivamente. O concurso faz parte das atividades em alusão aos 142 anos de Pacatuba.

Cada um dos vencedores ganhou um netbook (presente do prefeito Zezinho Cavalcante, do controlador executivo Renato Célio Rodrigues e do vice-prefeito Paulo Neto), além de uma sessão de fotos com o renomado fotógrafo Chico Gadelha. Os segundos e terceiros lugares ganharam celulares, presenteados pela Secretaria da Educação. Os três vencedores de cada categoria também terão um dia de lazer no Apoena Ecopark, com direito à acompanhante, presente do empresário Rômulo Rosa. A Garota Pacatuba ainda foi presenteada com produtos da marca Forever, presente do secretário de Turismo e Cultura Emanuel Monteiro.

Os campeões foram escolhidos por um júri formado por jornalistas, empresários, profissionais da área de imagem e caça talentos. Compuseram a mesa julgadora a maquiadora profissional Angelique Abreu; o jornalista e poeta (editor de cultura e arte da revista Nordeste VinteUm) Barros Alves; o fotógrafo Chico Gadelha; a produtora e proprietária da 2905 Model Casting, Bianca Reis; o empresário e proprietário do Apoena Ecopark, Rômulo Rosa; e a editora do caderno Verde do jornal O Estado e da revista EcoNordeste, Tarcília Rêgo.

Para escolher os vencedores, eles votaram em quesitos como simpatia, beleza, presença na passarela, entre outros. As notas foram somadas e os vencedores foram os que tiveram melhor pontuação geral. “Vi uma galera bonita aqui. Muitos podem ter uma carreira na área da publicidade e da moda”, destacou Bianca Reis.

Perguntada sobre o que tinha sentido ao ouvir seu nome ser anunciado, a Garota Pacatuba 2011, Ingrid Mayara, mal podia conter as lágrimas. "Eu não acreditei quando me anunciaram como vencedora . Foi a maior emoção da minha vida. Agradeço o carinho de todos e compartilho essa vitória com a minha escola”, disse a gatinha. Quem também estava em êxtase era o Garoto Pacatuba 2011, Alexsandro Nascimento. “Agradeço aos jurados por essa vitória. É um dia muito especial para mim e para minha família. Aproveito para parabenizar a todos os concorrentes. Todos somos vitoriosos”, disse Alexsandro, seguido do vice-prefeito Paulo Neto. “Na adolescência, também participei de concursos nessa área e sei como é gratificante para um jovem essa oportunidade. Esse tipo de ação é uma injeção positiva na autoestima. Parabenizo a todos os candidatos”, destacou.

SUCESSO Mesmo antes de concluídas as atividades do concurso Garota e Garoto Pacatuba 2011, a iniciativa já era apontada como um grande sucesso. Só na internet foram mais de 1 milhão de votos, o que prova a força da mobilização da juventude local. Os vencedores na internet foram: Ian da Silva Vieira, 13 anos (Escola Maria de Sá Roriz), e Isabelle Mendes de Souza, 12 anos (Escola Vicente Ferré). Cada um teve um voto garantido para o dia do evento. Em breve, o site de Pacatuba lançará um novo concurso para a juventude. AGUARDEM!!!

EM TEMPO:
O concurso Garota e Garoto Pacatuba 2011 foi uma parceria da Secretaria da Educação com o departamento de Assessoria de Comunicação e a Secretaria de Turismo e Cultura (Funtec).

Em nome da Assessoria de Comunicação, parabenizo à secretária da Educação Ana Kelly Pinto Cavalcante, à Vânia Baldin (organizadora do evento), ao secretário de Turismo e Cultura Emanuel Monteiro e sua secretária-executiva Marluce Rodrigues, ao controlador executivo Renato Célio Rodrigues, ao vice-prefeito Paulo Neto, ao prefeito Zezinho Cavalcante e a todos os profissionais das secretarias bem como diretores, professores, torcidas e familiares dos participantes, além dos próprios candidatos. Todos vocês são vencedores.

Um agradecimento especial aos empresários que se sensibilizaram com o projeto: o cabeleireiro André Lima (responsável pelo visual da garotada), o proprietário do Apoena Ecopark Rômulo Rosa e a empresária e modelo Emanuella de Sá (responsável pelo vestuário de parte dos candidatos).

PARABÉNS!!!

CLASSIFICAÇÃO

GAROTA PACATUBA 2011

1º LUGAR: Ingrid Mayara de Souza Matos (Escola Mirtes Holanda do Vale)

2º LUGAR: Ruth Ariel Martins Pereira (Escola José Batista de Oliveira)

3º LUGAR: Alessandra Pereira Arruda (Escola Major Manoel Assis Nepomuceno)

GAROTO PACATUBA 2011

1º LUGAR: Alexsandro Nascimento de Brito (Escola João Paulo Sampaio de Menezes)

2º LUGAR: Jorge Felipe Lima da Silva (Escola Manoel Pontes de Medeiros)

3º LUGAR: Otávio Augusto Fernandes Leão (Escola Mirtes Holanda do Vale)



EM BREVE FOTOS DO EVENTO

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Escola de Pacatuba leva espetáculo à Praça da Juventude


Notícia original


Alunos e professoras da Escola Mirtes Holanda do Vale, de Pacatuba (Região Metropolitana de Fortaleza), farão apresentação nesta quinta-feira, a partir das 16 horas, da peça “Flor do Mamulengo”. A apresentação ocorrerá na Praça da Juventude e faz parte do projeto “Amigos da Leitura”.
Segundo a diretora da escola, professora Doris Maria Sampaio, o evento integra festas da Semana do Município.  No palco, atuando a professora Sâmia Raquel Veras e no apoio as professoras Ttemis Bezerra, Socorrinha Candido, Daniele Pinheiro, Lilânia Leal e Cristina Pinheiro. 
DETALHE - O espetáculo reúne alunos do sistema regular e alunos do Programa de Inclusão de Portadores de Necessidades Especiais do estabelecimento.
SERVIÇO
Praça da Juventude – Centro
Mais informações – 85 33846242.

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